Saudações ao Pavilhão Nacional

EPC CL Luiz Geraldo Matheus Figueira/EGD Marilene *
Bandeira do Brasil, os integrantes reunidos nesta Reunião Leonística (colocar o nome da reunião) te saúdam e reverenciam. Bendita sejas pelo poder de nos unir para praticarmos o sublime ideal de servir.

No teu verde podemos imaginar, ao contemplar-te a cor da esperança. Intrepidez dos bandeirantes e a meiguice das ondas que se projetam sobre nossas belas praias.

O teu ouro é o sol que nos alimenta, impulsiona e excita. Pai das nossas searas e o responsável pela nossa fartura, que irá nos projetar no cenário mundial impulsionando a ambição e a determinação dos que juntam seus braços e suas cabeças para o desenvolvimento desta terra de inesgotável beleza.

O teu azul representa o céu que nos abençoa com a soalheira ofuscante, luares mágicos e o enxame de estrelas, tendo o Cruzeiro do Sul como fiador da nossa história, pois viu a terra desconhecida, a terra descoberta e abençoou a alvorada da nossa pátria.

O teu branco inspira a fraternidade, a solidariedade e a paz, o "jeitinho brasileiro" com o qual conseguimos superar as crises e delirar nos dias de vitória.

O teu dístico - Ordem e Progresso - segundo o rei Jorge V da Inglaterra, deveria ser a divisa de todas as bandeiras do mundo, inspira "o amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim".

Bandeira do Brasil, pela sintonia da tua composição e a beleza das tuas cores, pelo que identificas, nós Leões, desejamos fazer de ti profissão de fé nos destinos do nosso querido Brasil que tão bem representas, citando o nosso lema: SERVIR.


* EPC CL Luiz Geraldo Matheus Figueira/EGD Marilene
Assessor Distrital de Assuntos Parlamentares
Associado do Lions de Brasília - Metropolitano - Distrito LB-3
E-mail: lgmfigueira@globo.com

Procura-se um Pintor

GD CL Artur Araide de Moura *
Procura-se um pintor que seja um verdadeiro artista. Que respeite os limites das cores e do desenho. Seu trabalho precisa agradar a muitos.

A mão deve ser firme, o coração sensível e a razão obstinada.

Um tanto místico, outro tanto carismático.

O trabalho é simples, pois os riscos já vêm prontos, mas também difícil, pois precisa ser perfeito.

As cores são poucas: azul, amarelo, verde e branco.

O azul deverá ser igual ao céu. Aquele que só se encontra nas manhãs bem claras de verão. Que, ao certo, não se sabe se reflete a água ou a água reflete o céu. Aquele azul divino, especial, infinito.

O amarelo deverá ser do miolo das flores que as abelhas procuram para transformá-lo em mel. Como trigo maduro. Quente como o sol. Cheio de luz e vida.

O verde, ah! O verde tem que ser lindo e majestoso.

Parece fácil, mas não é. Ocupa o maior espaço. É preciso buscá-lo de norte a sul, de leste a oeste. O verde tem que ser da cor real da esperança e perfumado como as matas frondosas, a relva cheia de orvalho e as pastagens ao vento. E mais um pouco das folhas de todas as árvores nativas desta terra maravilhosa. O verde tem que lembrar o paraíso.

E o branco, onde buscá-lo?

Este será o reflexo da alma e do amor com que o artista irá pintar. Transbordante de ORDEM E PROGRESSO, frente ao desafio tão grande. Pintar o branco é como deixar parte de si: sua assinatura.

Quem conseguir ganhará algumas estrelas. Estas ele poderá escolher durante a noite ao olhar para o céu, buscando respostas. Em seguida, deverá pegar estas estrelas cintilantes e jogá-las, suavemente, sobre a pintura.

Dará um toque todo especial!

Procura-se um pintor que saiba acomodar as estrelas.

Que receba o seu prêmio sem querer a obra para si. Depois de pronta, ela se multiplicará, como por encanto, e irá morar no templo de milhões de pessoas e pertencerá a todos, sem ser de ninguém.

Vai simbolizar passado, presente e futuro...

Procura-se um pintor que compreenda, sem precisar dizer, que irá pintar a bandeira de uma grande NAÇÃO.


* GD CL Artur Araide de Moura
Governador do Distrito LD-3 - AL 2008/09
E-mail: artur.moura@brturbo.com.br
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